Prevenção de incêndio

Prevenção de incêndio

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Exibição de documentário sobre incêndio na boate Kiss reúne parentes de vítimas em Gramado

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Longe do imaginário do glamour vinculado ao 42º Festival de Cinema de Gramado, o cinema — com exibição do longa 'Janeiro 27', fora de competição — ganha contornos de denúncia e de instrumento de mobilização.

Uma comitiva de 22 integrantes do grupo Santa Maria do Luto à Luta, chefiada pelo presidente Flávio Silva, chegou para acompanhar a exibição do filme de Luiz Alberto Cassol e Paulo Nascimento. "Grande parte veio para somar conhecimento no relato do que realmente aconteceu no incêndio da boate Kiss", explica Silva em referência ao desastre que provocou 242 mortes na cidade gaúcha.

"O motivo é de alerta para a população. Me parece que as autoridades locais não tiraram nada de positivo, com relação ao massacre e à nossa desgraça pessoal. Casas noturnas seguem operando de forma irregular, sem o documento do Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndio", denuncia o presidente do grupo de vítimas da tragédia.

"Prefeitos e empresários falam de flexibilização de uma lei aprovada e que desobriga cuidados relacionados ao tema. Dizem que é provisório o alvará de muitos, e me pergunto se a vida das pessoas é provisória também", observa Flávio Silva. Para a produção do filme, ele deu depoimento de três horas acerca da morte da filha Andrielle da Silva, que, na boate, comemorava o aniversário de 22 anos.

O pai ainda alerta para recentes eventos que corroboram maior necessidade de vigilância. "Tivemos novos princípios de incêndios em estabelecimentos e também, noutra pane em casa noturna de lá, os jovens foram barrados para pagamento das malditas comandas", desabafou. O grupo deve se manifestar na exibição que ocorrerá após a exibição da Mostra Competitiva.


12/08/2014


domingo, 3 de agosto de 2014

A ocupação M-5 e a Resolução Técnica nº 18/2013


Lei Complementar nº 14.376/2013

Com o advento da publicação da Lei Complementar (LC) nº 14.376 em 27 de dezembro de 2013, ocorreu à inclusão de novas ocupações na tabela de classificação de edificações e áreas de risco de incêndio quanto à ocupação, que até então não existiam e eram enquadradas em uma ou mais das ocupações até então utilizadas.

Uma dessas novas ocupações trata-se do M-5 que possui como descrição “Silos” e como exemplo “Armazéns de grãos e assemelhados”.

Ocorre que “silo” é uma estrutura destinada exclusivamente ao armazenamento de cereais e seus derivados a granel de sementes oleaginosas, sementes agrícolas, legumes, açúcar, farinhas, entre outros produtos, ou seja, possui como finalidade armazenar os grãos e assemelhados.

A LC nº 14.376/2013 ao descrever a ocupação M-5, como “Silos”, acabou tratando apenas da estrutura utilizada como armazenamento de grãos, quando na verdade deveria de ter tratado de todas as estruturas e edificações envolvidas neste processo, tais como moega, tombador, secador, esteiras, máquinas de limpeza, elevadores, rosca sem fim e etc., bem como o silo propriamente dito, ou seja, a ocupação M-5, deveria possuir como descrição “Unidades de processamento e armazenamento de grãos e assemelhados”, neste caso incluindo todos os processo em que o grão é submetido desde a sua chegada até a sua armazenagem nos silos propriamente dito.

Alguns podem até dizer que “isso é bobagem, que a Lei ao descrever “Silos” estaria incluindo todo o processo”, mas não é bem assim e isso tem causado muita confusão, especialmente com relação à utilização dos chuveiros automáticos.


Resolução Técnica nº 18/2013

A Resolução Técnica nº 18 que entrou em vigor antes da publicação da LC nº 14.376/2013, previa a dispensa do Sistema Automático de Combate a Incêndios (chuveiros automáticos) em unidades armazenadoras de grãos, sementes e assemelhados a granel, e sabiamente descrevia em seu texto cada estrutura, geralmente, existente em uma unidade de armazenamento de grãos e assemelhados,

Vejamos:

Armazém - Espaço físico onde são armazenados grãos a granel ou em sacarias, com acesso e circulação (trânsito) de pessoas e/ou maquinários.

Elevadores de grãos – equipamentos que efetivam a elevação de grãos.

Esteira transportadora – são correias de estrutura metálica com longarinas de vigas, fixadas nos pisos por cavaletes, com a finalidade de transportar grãos no sentido horizontal.

Máquina de limpeza – equipamento com sistema de peneiramento oscilatório que efetua a limpeza e a pré-limpeza retirando o máximo de impurezas dos grãos.

Moega – construção da unidade armazenadora que recebe grãos.

Redler – tipo de transportador que utiliza uma corrente para o transporte de grãos.

Rosca sem fim – equipamento destinado ao transporte horizontal de carga e descarga de grãos nos silos, máquinas de limpeza, secadores e outros equipamentos, podendo descarregar em mais de um ponto ao mesmo tempo. É recomendado para pequenas distâncias.

Secador – equipamento que retira a umidade dos grãos.

Silo ou (silo graneleiro) – estrutura destinada exclusivamente ao armazenamento de cereais e seus derivados a granel de sementes oleaginosas, sementes agrícolas, legumes, açúcar, farinhas, entre outros produtos. Os silos podem ser verticais ou horizontais com fundo em “V” (para o enquadramento na Resolução Técnica nº 18/2013 não poderá haver circulação de pessoas nestes espaços).

Ventilador ou exaustor – equipamento que faz a movimentação de ar forçado (insuflação ou aspiração).

Esta mesma Resolução Técnica trazia critérios técnicos, que permitem a isenção dos chuveiros automáticos na estrutura denominada “silos”, pelo risco que o uso de água neste local proporciona especialmente para a estrutura do silo.


Conflitos de entendimentos

Como a LC nº 14.376/2013, refere-se a “Silos”, prevendo na Tabela 6.M5 as medidas de segurança para os “Silos”, inclusive chuveiros automáticos, ocorreu um conflito com a Resolução Técnica nº 18/2013, que prevê exatamente a dispensa dos chuveiros automáticos nas estruturas denominadas “silos”, causando confusão e dúvidas, pois não se sabe se devemos projetar ou não os chuveiros nas estruturas denominadas “silos”, bem como em outras estruturas da unidade.


Interpretação

Na verdade a LC nº 14.376/2013, foi infeliz ao descrever a ocupação M-5 como “Silos” ao invés de “Unidades de processamento e armazenamento de grãos”, “processamento”, pois o grão ao chegar, sofre um processo de limpeza e secagem antes de ir para o silo e “armazenamento”, pois o grão fica armazenado nos silos, aguardando ser beneficiado ou novamente transportado.

Cabe apontar que apesar da descrição da LC nº 14.376/2013 estar equivocada ou ao menos ser genérica, pois leva a crer que se trata de apenas uma das estruturas da unidade, quando na verdade ela está englobando todas as etapas que o grão é submetido até a sua armazenagem no silo propriamente dito, neste sentido as medidas de segurança prevista na Tabela 6.M5, se aplicam a todas as estruturas envolvidas no processo, inclusive os “silos”.

Já Resolução Técnica nº 18/2013, prevê a possibilidade de isenção dos chuveiros automáticos, apenas na estrutura denominada “silos”. Neste caso a moega, secadores, elevadores de grãos e etc. devem atender as exigências da Tabela 6.M5 da LC nº 14.376/2013, inclusive com a previsão de chuveiros automáticos, independente da área construída ou da altura, mesmo havendo isolamento de risco entre as estruturas que compõe a “unidade de processamento e armazenagem de grãos”.


Soluções

Reeditar a LC nº 14.376/2013, substituindo a descrição “Silos” por “Unidade de processamento e armazenamento de grãos e assemelhados”, de forma a corretamente englobar todo o processo que envolve o armazenamento do grão e a publicação de uma nova Resolução Técnica, tratando das particularidades de cada estrutura da “Unidade de processamento e armazenamento de grãos e assemelhados” e das medidas de segurança contra incêndio de cada uma destas estruturas.


Fontes

Lei Complementar nº 14.376, de 26 de dezembro de 2013;

Resolução Técnica nº 18/2013 - Dispensa do Sistema Automático de Combate a Incêndios em unidades armazenadoras de grãos, sementes e assemelhados à granel


Unidade de processamento e armazenamento de grãos com algumas das suas estruturas


Silos - Uma das estruturas da unidade de processamento e armazenamento de grãos


quinta-feira, 31 de julho de 2014

Cálculo da carga incêndio



1. Definições:

Carga de incêndio: É a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos num ambiente, pavimento ou edificação, inclusive o revestimento das paredes, divisórias, pisos e tetos;

Carga de incêndio específica: Valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado, expresso em megajoules por metro quadrado (MJ/m²).

Risco baixo: Edificações e áreas de risco de incêndio com carga de incêndio específica até 300 MJ/m².

Risco médio: Edificações e áreas de risco de incêndio com carga de incêndio específica acima de 300 MJ/m² a 1 200 MJ/m².

Risco alto: Edificações e áreas de risco de incêndio com carga de incêndio específica acima de 1 200 MJ/m²;

Método de cálculo probabilístico: é o método de cálculo baseado em resultados estatísticos do tipo de atividade exercida na edificação em estudo;

Método de cálculo determinístico: é o método de cálculo baseado no prévio conhecimento da quantidade e qualidade de materiais existentes na edificação em estudo.


2. Valores de carga incêndio específica (Método de cálculo probabilístico)

Para classificar uma ocupação quanto a sua carga incêndio, basta localizar o valor da carga incêndio específica correspondente à ocupação desejada, já definida em tabelas de valores de carga incêndio especifica existente em inúmeras normas técnicas, tais como a ABNT NBR 14432, ABNT NBR 12693, ABNT NBR 14276 ou normas técnicas do próprio Corpo de Bombeiros Estadual.

No Estado do Rio Grande do Sul, os valores das cargas incêndio específicas, encontram-se listadas na Tabela 3.1 da Lei Complementar nº 14.376, de 26 de dezembro de 2013.

Ocupações não listadas na Tabela 3.1 devem ter os valores da carga de incêndio específica determinados por similaridade. Admite-se a similaridade entre as edificações comerciais e industriais.

Exemplo de carga incêndio específica:

O valor da carga incêndio já estabelecida para a ocupação “Escolas em geral”, conforme LC nº 14.376/2013 é 300 MJ/m² (risco baixo), ou seja, independente do tipo de escola, de suas características construtivas e do material existente dentro dela, a carga incêndio sempre será classificada em 300 MJ/m².







3. Levantamento da carga incêndio especifica (Método de cálculo determinístico)

Para determinadas ocupações, não há um valor definido de carga incêndio especifica. Este é o caso dos depósitos, ocupações especiais, atividades que envolvem explosivos e feiras de exposições.

Para estas ocupações, devemos realizar o levantamento da carga incêndio específica, conforme a expressão abaixo:




 Onde:

qfi - É o valor da carga de incêndio específica, expresso em megajoules por metro quadrado (MJ/m²) de área de piso;

Mi – É a massa total de cada componente i do material combustível, expressa em quilogramas (kg). Esse valor não pode ser excedido durante a vida útil da edificação, exceto quando houver alteração de ocupação, ocasião em que Mi deve ser reavaliado;

Hi - É o potencial calorífico específico, determinado por tabelas, de cada componente i do material combustível, expresso em megajoules por quilograma (MJ/kg). Por exemplo, o Hi da madeira é 19 MJ/Kg, ou seja, cada Kg de madeira produz ao queimar, 19 MJ de energia calorífica.

Af - É a área do piso do compartimento, expressa em metros quadrados (m²).


Exemplos de valores do potencial calorífico específico (Hi) de alguns materiais
Fonte: ABNT NBR 14432/2001


Observações:

O levantamento da carga de incêndio específica deve ser realizado em módulos de no máximo 500 m² de área de piso (espaço considerado).

Módulos maiores de 500 m² podem ser utilizados quando o espaço analisado possuir materiais combustíveis com potenciais caloríficos semelhantes e uniformemente distribuídos.

A carga de incêndio específica do piso analisado deve ser tomada como sendo a média entre os dois módulos de maior valor.


Exemplo de levantamento da carga incêndio específica 

Um depósito de materiais de construção com área total de 1500 m², onde dividimos a área em três módulos de no máximo 500 m², os quais serão denominados de módulos A, B e C.

Observações:

A área da edificação poderia ser dividida em mais módulos, desde que cada módulo não possua mais do que 500 m² e todos eles possuam a mesma metragem.

Poderia ser empregados módulos com mais de 500 m², ou até mesmo um único módulo, caso a ocupação possuísse materiais combustíveis com potenciais caloríficos semelhantes e uniformemente distribuídos, o que não é o caso do nosso exemplo.


Cálculo

A) No módulo A, após um levantamento detalhado dos materiais combustíveis existentes dentro da área considerada, foi encontrado um total de 1.000 Kg de madeira, 500 Kg de PVC, 100 Kg de papel e 300 Kg de acrílico. Para determinar o poder calorífico de todo esses materiais, basta multiplicar a massa do material encontrado pelo seu respectivo potencial calorífico específico (Mi x Hi):

Observação: Este levantamento deve ser repetido para todo o tipo de material combustível existente na área considerada no cálculo (módulo), tal como o material depositado na área e o material que constitui o piso, parede e o teto da área considerada.

1 Kg de madeira (Hi) = 19 MJ
1.000 Kg de madeira (Mi) = (Mi x Hi = 1.000 x 19 = 19.000) 19.000 MJ

1 Kg de PVC (Hi) = 17 MJ
500 Kg de PVC (Mi) = (Mi x Hi = 500 x 17 = 8.500) = 8.500 MJ

1 Kg de papel (Hi) = 17 MJ
100 Kg de papel (Mi) = (Mi x Hi = 100 x 17 = 1.700) 1.700 MJ

1 Kg de acrílico (Hi) = 28 MJ
300 Kg de acrílico (Mi) = (Mi x Hi = 300 x 28 = 8.400) 8.400 MJ

Poder calorífico total do módulo A = 37.600 MJ
Área do piso considerado = 500 m²
Carga incêndio específica (qfi) no módulo A (37.600 MJ / 500 m²) = 75,20 MJ/m²


B) No módulo B, após um levantamento detalhado dos materiais combustíveis existentes dentro da área considerada, foi encontrado um total de 100 Kg de madeira, 50 Kg de acrílico e 20 Kg de tiras de borracha. Para determinar o poder calorífico de todo esses materiais, basta multiplicar a massa do material encontrado pelo seu respectivo potencial calorífico específico (Mi x Hi):

Observação: Este levantamento deve ser repetido para todo o tipo de material combustível existente na área considerada no cálculo (módulo), tal como o material depositado na área e o material que constitui o piso, parede e o teto da área considerada.

1 Kg de madeira (Hi) = 19 MJ
100 Kg de madeira (Mi) = (Mi x Hi = 100 x 19 = 1.900) 1.900 MJ

1 Kg de acrílico (Hi) = 28 MJ
50 Kg de acrílico (Mi) = (Mi x Hi = 50 x 28 = 1.400) 1.400 MJ

1 Kg de tiras de borracha (Hi) = 32 MJ
20 Kg de tiras de borracha (Mi) = (Mi x Hi = 20 x 32 = 340) 640 MJ

Total do módulo B = 3.940 MJ/m²
Área do piso considerada = 500 m²
Carga incêndio específica (qfi) no módulo B (3.940 MJ / 500 m²) = 7,88 MJ/m²


C) No módulo C, após um levantamento detalhado dos materiais combustíveis existentes dentro da área considerada, foi encontrado um total de 800 Kg de madeira e 2.000 Kg de acrílico. Para determinar o poder calorífico de todo esses materiais, basta multiplicar a massa do material encontrado pelo seu respectivo potencial calorífico específico (Mi x Hi):

Observação: Este levantamento deve ser repetido para todo o tipo de material combustível existente na área considerada no cálculo (módulo), tal como o material depositado na área e o material que constitui o piso, parede e o teto da área considerada.

1 Kg de madeira (Hi) = 19 MJ
800 Kg de madeira (Mi) = (Mi x Hi = 800 x 19 = 15.200) 15.200 MJ

1 Kg de acrílico (Hi) = 28 MJ
2.000 Kg de acrílico (Mi) = (Mi x Hi = 2.000 x 28 = 56.000) 56.000 MJ

Total do módulo C = 71.200 MJ
Área do piso considerada = 500 m²
Carga incêndio específica (qfi) no módulo C (71.200 MJ/500 m²) = 142,40 MJ/m²


Quadro resumo:

Módulo A = 75,20 MJ/m²
Módulo B = 7,88 MJ/m²
Módulo C = 142,40 MJ/m²

- Para concluir o cálculo, realizaremos a média dos dois módulos com maior carga incêndio específica.

Valor da carga incêndio específica (qfi) = (Módulo A + Módulo C) / 2
Valor da carga incêndio específica (qfi) = (75,20 MJ/m² + 142,40 MJ/m²) / 2
Valor da carga incêndio específica (qfi) = (217,60 MJ/m²) / 2

Valor da carga incêndio específica (qfi) da ocupação = 108,80 MJ/m² (risco baixo)


4. Classificação das edificações e áreas de risco quanto à carga de incêndio relativa à altura de armazenamento (depósitos)

Algumas normas trazem tabelas já prontas, com a carga incêndio específica relativa à altura de armazenamento dos produtos, para serem aplicadas em depósitos quando o produto depositado encontra-se uniformemente distribuído.

Pode haver interpolação entre os valores.

A LC nº 14.376/2013 traz no seu texto a Tabela 3.2 - Classificação das edificações e áreas de risco quanto à carga de incêndio relativa à altura de armazenamento (depósitos), que poderá ser utilizada quando houver empilhamento do mesmo produto e este estiver distribuído uniformemente.



Fonte: Tabela 3.2 da LC nº 14.376/2013 (parcial)


5. Exemplo de planilha de levantamento da carga incêndio específica

Para o levantamento da carga incêndio específica, por módulo, podemos adotar a planilha abaixo.



Tipo de produto
presente no módulo
Massa total do produto Mi (Kg)
Potencial calorífico do produto Hi (MJ/Kg)
Potencial calorífico total do produto 
Mi x Hi 
(MJ)

















Potencial calorífico total de todos os produtos do módulo (MJ)

Área do módulo Af (m²)

Carga incêndio específica do módulo 
qfi = Mi x Hi / Af
(MJ/m²)


Observação: Repetir o processo para todos os módulos e posterior realizar a média dos dois módulos de maior carga incêndio específica.


6. Fonte

Lei Complementar nº 14.376, de 26 de dezembro de 2013;
ABNT NBR 14432/2001;
ABNT NBR 12693/2013;
Instrução Técnica nº 14/2011 do Corpo de Bombeiros de São Paulo.